Com tumulto e confusão, audiência pública debate desestatização da Eletrobras no Acre

Janine Brasil, G1 Acre

Representantes de sindicatos ligados ao setor elétrico e outras categorias participaram de uma audiência pública, na manhã desta sexta-feira, que discute a desestatização da Eletrobras Distribuição Acre. A reunião ocorreu no auditório da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio-AC). A reunião teve muita confusão e tumulto.

Por meio de nota, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) esclareceu que a audiência pública sobre o processo desestatização da Eletroacre foi interrompida de maneira abrupta e agressiva por um pequeno número de manifestantes que tentou invadir o palco e acabou contido pela PM-AC.

O banco disse ainda que, no momento da tentativa de invasão, a plateia já estava com sua lotação máxima, atendendo a determinação do Corpo de Bombeiros de que o local não comportava mais do que 200 pessoas. Permitir a entrada de mais pessoas, como queriam alguns manifestantes, comprometeria a segurança de todos.

O BNDES esclareceu ainda que a audiência pública é uma importante oportunidade para que a sociedade civil possa manifestar-se em relação ao processo de desestatização da distribuidora, bem como apresentar sugestões e contribuições. Ela é uma demonstração de transparência na condução de um processo importante para o País e para o Estado do Acre.

Por meio de nota, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) esclareceu que a audiência pública sobre o processo desestatização da Eletroacre foi interrompida de maneira abrupta e agressiva por um pequeno número de manifestantes que tentou invadir o palco e acabou contido pela PM-AC.

O banco disse ainda que, no momento da tentativa de invasão, a plateia já estava com sua lotação máxima, atendendo a determinação do Corpo de Bombeiros de que o local não comportava mais do que 200 pessoas. Permitir a entrada de mais pessoas, como queriam alguns manifestantes, comprometeria a segurança de todos.

O BNDES esclareceu ainda que a audiência pública é uma importante oportunidade para que a sociedade civil possa manifestar-se em relação ao processo de desestatização da distribuidora, bem como apresentar sugestões e contribuições. Ela é uma demonstração de transparência na condução de um processo importante para o País e para o Estado do Acre.

A categoria reclama que muitos sindicalistas foram impedidos de entrar para participar da audiência. A Polícia Militar (PM) e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) acompanharam a audiência. Muita briga e confusão dentro e fora da reunião ocorreu. Produtores rurais reclamaram que também foram impedidos de comparecer na audiência.

“A gente está manifestando contra a audiência pública, que passou de ser pública quando teve limitação de pessoas. Fomos impedidos de entrar e somos os mais interessados de participar, que são os consumidores da zona rural. Viemos de muito longe, mas é só para quem é patrão, é a audiência dos bacanas”, contou a moradora da cidade do Bujari, Mirtes Souza.

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